O Sol já se escondia dentro daquele mundo de água, no céu a primeira estrela do noite surgia e o cheiro salgado do mar estava se tornando ainda mais intenso. Ela coçou disfarçadamente o nariz e pensou em como era horrível estar resfriada no seu primeiro encontro com o desconhecido.
Há vários dias, cartas sem endereço e nem identificação chegavam em sua casa, no começo parecia ser apenas iamginação ou palavras de alguém entediado. Porém a cada dia a escrita se tornava mais forte, inspiração era tecida naquelas linhas, um diferente modo de pensar, uma personalidade misteriosa, fora dos padrões conhecidos por ela. Estúpido, sonhador, ironico porém ainda conseguia o sentir afável.
Ela demorou para começar a responder, era ridículo mandar cartas sem um destino, mas aconteceu, dois mundos fechados se cruzaram, palavras e mais palavras eram ditas, e dado o momento elas já não bastavam, precisavam de algo mais… Precisavam de olhos. E assim aquele final de tarde surgiu.
Sentada na areia passos começaram a se aproximar, ela não olhou e ele não disse nada, apenas sentou-se para fazer companhia. Não se sabe quanto tempo ficaram calados sem se olhar, mas uma brisa travessa fez longos fios de cabelo se balançarem, vindo consigo o cheiro de morango exalado pela garota. Como por impulso o desconhecido tentou ficar mais próximo, e a olhou de forma hipnotizante. Sem motivos e nenhum sentido, ela se levantou, entregou-lhe uma carta e assim foi embora.
Há vários dias, cartas sem endereço e nem identificação chegavam em sua casa, no começo parecia ser apenas iamginação ou palavras de alguém entediado. Porém a cada dia a escrita se tornava mais forte, inspiração era tecida naquelas linhas, um diferente modo de pensar, uma personalidade misteriosa, fora dos padrões conhecidos por ela. Estúpido, sonhador, ironico porém ainda conseguia o sentir afável.
Ela demorou para começar a responder, era ridículo mandar cartas sem um destino, mas aconteceu, dois mundos fechados se cruzaram, palavras e mais palavras eram ditas, e dado o momento elas já não bastavam, precisavam de algo mais… Precisavam de olhos. E assim aquele final de tarde surgiu.
Sentada na areia passos começaram a se aproximar, ela não olhou e ele não disse nada, apenas sentou-se para fazer companhia. Não se sabe quanto tempo ficaram calados sem se olhar, mas uma brisa travessa fez longos fios de cabelo se balançarem, vindo consigo o cheiro de morango exalado pela garota. Como por impulso o desconhecido tentou ficar mais próximo, e a olhou de forma hipnotizante. Sem motivos e nenhum sentido, ela se levantou, entregou-lhe uma carta e assim foi embora.
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