domingo, 1 de abril de 2012

Na possibilidade de uma pessoa ler.

Ela não sabia o que sentia. E até agora não tem certeza. Ela não sabe exatamente o que está escrevendo, só sabe que quer escrever, quer botar para fora. E era isso que escrever significava antes.
E não importava quem leria, mas parece que me importo agora. E a terceira pessoa misturada com a primeira é proposital.
Eu só sei que, às vezes sinto uma vontade enorme de dizer o que sinto.
Eu vivo falando que não sou romantica, mas... eu sou mais romantica do que eu mesma imagino. Eu sonho mesmo, às vezes apenas, mas sonho.
Enfim, não importa. Eu deveria ir dormir, e nunca mais beber, pois sinto a dor das pessoas ao redor. Mesmo não saindo e não bebendo, sinto. E WTH estou dizendo? Enfim, vai entender.
Uma moça, Franciele o nome, estava no Democrata. Com um cara, parecia ser um pouco mais velho, se não me engano ela disse que era irmão dela. Acompanhada, e sozinha, eu via isso nos olhos dela. Quando ela olhava para mim, e via que eu também estava olhando, e como se sentisse vista.
Pedi o nome e o número do celular dela. Eu acabei de mandar uma mensagem, ela deve estar achando que sou lésbica, mas estou apenas dando a importancia que uma pessoa precisa. Talvez ela não responda, eu espero que responda, mas... ao menos, espero que se sinta bem em responde, ou amo menos que se sinta bem ao ver minha mensagem.
Ela não sabe, mas de certa forma é importante para mim, e eu não sei, mas o destino sabe o que fez.

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